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Atualizado às 14h31min.

PORTO REAL
A perícia concluiu o trabalho de identificação das quatro vítimas restantes do acidente que matou seis pessoas na tarde de sábado (12), no km 294 da Via Dutra, em Porto Real, no Sul do Rio. Dois casais viajavam no carro de passeio atingido pelo caminhão desgovernado. As vítimas a enfermeira Rosilane Dias Cornelio Meier, de 51 anos, o marido dela, o suíço Max Meier, de 74; a nora Simone da Silva Villaça Dias, de 37 anos e o marido Felipe Dias da Silva, de 32.
Simone e Felipe são os pais da recém-nascida Alice que também estava no carro e morreu no acidente. A bebê completaria um mês de vida neste domingo (13). Rosilane e Max eram mãe e padrasto de Felipe.
O motorista Anderson Marcelo, de 46 anos, era casado e pai. Ele estava sendo velado no Cemitério Municipal de Barra Mansa, onde será sepultado durante a tarde. A família que estava no carro de passeia morava em Resende e estão sendo velados no Cemitério Senhor dos Passos, mas serão sepultados no Parque Recanto do Vale, que fica no distrito de Bulhões, em Resende.
Rosilane e o marido Max comemoraram nas redes sociais o nascimento da neta Alice, no dia 13 de setembro.
Muito se especulou nas redes sociais sobre as causas do acidente. Porém, somente a perícia poderá apontar o que de fato aconteceu. O que se sabe é que Anderson dirigia o caminhão sentido São Paulo, quando, por um motivo ainda não revelado, perdeu o controle e atravessou para pista sentido contrário. O caminhão atingiu em cheio o carro que a família estava e foi praticamente cortado ao meio. Todos morreram na hora.
O acidente causou três horas de interdição total da pista e quase 8 quilômetros de congestionamento no trecho. Somente no início da noite que a rodovia no sentido Rio foi totalmente liberada. Esse, sem dúvida, é um dos mais trágicos e grave acidente registrados no trecho da Via Dutra que corta o Sul do Estado do Rio nos últimos anos. As mortes causaram uma comoção.
Fotos: Redes Sociais.

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