Atualizado às 19h19min.

VOLTA REDONDA

Os moradores de Volta Redonda que ficaram desalojados por conta da chuva do último fim de semana começam a receber cestas básicas neste domingo (14). Os alimentos foram arrecadados por meio de uma parceria com uma ONG (Organização Não Governamental) internacional e uma rede de supermercados com sede no município.

Cerca de 50 voluntários se reuniram na manhã de domingo na Arena Esportiva, onde os alimentos e vasilhames de água foram descarregados na tarde de sábado (13), para separar a mercadoria e montar as cerca de mil cestas básicas que serão entregues à população.

A maioria era formada por membros de Igrejas Adventistas convidados pela direção da Adra (Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais). A ONG internacional, que atua em 130 países, ainda tem outra parceria com a Prefeitura de Volta Redonda.

– Com o Doutores de Esperança, visitamos semanalmente os pacientes dos dois hospitais públicos do município – falou o coordenador municipal da Adra, Carlos Anderson Pereira, o Betão.

Além da coordenação e membros da ONG, estavam no local representantes da ARFAr (Associação de Reservistas do Exército). João André Batista Pereira afirmou que preparar as cestas básicas é um exercício de cidadania. “É importante formar uma rede solidária em situações como esta”, disse.

O secretário de Ação Comunitária de Volta Redonda, Marcus Vinícius Convençal, lembrou que o município continua arrecadando donativos. “Água potável, alimentos não perecíveis e produtos para higiene pessoal e limpeza podem ser entregues nos CRAS (Centros de Referência à Assistência Social) e, em caso de grandes doações, como no sábado, os produtos devem ser levados para a Arena Esportiva”, explicou.

O prefeito do município Samuca Silva afirmou que tão ou mais importante que cuidar da limpeza da cidade para retornar à normalidade, é cuidar das pessoas. “Assim como os funcionários de manutenção, as equipes da Smac estão nas ruas cadastrando os moradores que ficaram desalojados por conta da chuva. O atendimento está sendo
feito nos CRAS dos bairros mais atingidos”, falou. (Foto: Evandro Freitas).

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