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VOLTA REDONDA

Atualizado às 15h40min.
A prefeitura de Volta Redonda, no Sul do Rio, monitorou estabelecimentos comerciais de toda cidade durante o período de carnaval. A força-tarefa interditou quatro bares depois de serem flagrados descumprindo o decreto de proibição de aglomeração. As ações conjuntas resultaram em 121 visitas; 19 foram orientados, seis autuados, quatro interditados e três notificados pelo Corpo de Bombeiros. Ao todo, o esquema operacional contou com 45 guardas municipais por dia, além do efetivo da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, Secretaria Municipal de Fazenda e Vigilância Sanitária.
De acordo com a prefeitura, as equipes fizeram o monitoramento preventivo em ruas, praças e espaços públicos para coibir a realização de blocos e eventos, que foram proibidos como medida sanitária para evitar a disseminação da Covid-19, conforme estabelecido pelos decretos municipais:16.559 e  16.560.
Para evitar festas clandestinas e aglomerações nas ruas, a força-tarefa montou um esquema de monitoramento. “A gente se antecipava às festas, blocos tipo ‘isoporzinho’ em praças, a partir de anúncios. Com a nossa presença e rondas intensificadas, conseguimos afastar essa tentativa de criar uma aglomeração”, explica o comandante da Guarda Municipal, João Batista dos Reis.
As principais infrações em estabelecimentos se deram por conta de aglomeração e descumprimento de outras medidas de proteção à vida, como o uso de máscara e álcool 70%. Além disso, a falta de alvará ou descaracterização da atividade fim.
– Os estabelecimentos interditados estavam autorizados a funcionar como bar, seguindo, claro, todas as medidas de segurança contra Covid-19, e estavam contrariando o decreto usando como boate, com muita aglomeração e música ao vivo. Os estabelecimentos já haviam sido orientados e o não cumprimento das normas levou a interdição – afirma o comandante.
As medidas de prevenção à Covid-19 continuam na cidade. As denúncias podem ser feitas pelo telefone: 156.

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1 COMENTÁRIO

  1. A prefeitura fechou estabelecimentos onde há interesse publico, na periferia a balburdia foi generalizada, a exemplo do bairro Siderlandia, onde uma loja em frente ao campo de futebol, local ja conhecido por conta das inumeras ocorrencias de tumultuo, funcionou como, bar, boate ou similar durante todo o carnaval e sequer uma equipe da fiscalização ou outro orgão qualquer compareceu e interrompeu a ‘festinha”.

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