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Atualizado às 10h27min.

VOLTA REDONDA
Depois do corte de vale-transporte, sem acordo com Sindicatos dos Metalúrgicos e Engenheiros, a CSN começou o que era esperado… a demissão de 200 funcionários aconteceu de quarta para quinta-feira (29 e 30). A empresa não confirmou o número exato de demitidos. O que muitos vinham apreensivos para saber se aconteceria se concretizou e a empresa começou a reduzir custos colocando profissionais na rua.
Inicialmente as demissões se concentram no setor administrativo da Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda, que é a maior produtora de ferro, aço e outros produtos de minério da América Latina. Apesar de esconder o número exato, a empresa vinha dando sinais de que mais cedo ou mais tarde começariam os cortes de pessoal.
Muitos funcionários ainda receberam a informação de que seria prolongado o período de féraias coletivas para um grupo de metalúrgicos. Ainda sem data prevista para retorno. Funcionários ainda revelaram que até a manhã de sexta-feira (1) a empresa não havia depositado os valores de gratificação de férias, o que prevê o acordo coletivo de 2019/2020.
A empresa ainda adotou a Medida Provisória 927 que flexibiliza o recolhimento do FGTS dos trabalhadores. A CSN informou que suspendeu o recolhimento do fundo de garantia com vencimentos em abril, maio e junho. Eles devem ser pagos em seis parcelas a partir de julho deste ano. O trabalhador que for demitido receberá o valor devido ao receber as verbas de rescisão.
E pensar que o Dia do Trabalhador já foi motivo de comemoração, com festa e “Show de Prêmios”. Agora virou dia de apreensão e tristeza. Onde será que vai parar e se vai? Só resta esperar para saber quem serão as próximas “vítimas” da PANDEMIA!

Foto: Arquivo – SFO.

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