Mulher morre no Hospital de Campanha de Volta Redonda
Foto: Arquivo - SFO.
VOLTA REDONDA

Atualizado às 22h13min.
A prefeitura de Volta Redonda e o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) firmaram um novo acordo na quinta-feira (17) que afrouxa ainda mais as medidas de flexibilização das atividades na cidade. A data ainda será homologa pelo juiz, mas as partes chegaram a um acordo para as regras.
O prefeito Samuca Silva revelou que os campos de futebol amador nos bairros serão reabertos. Porém, os vestiários permaneceram fechados e os bares no entorno terão que fechar uma hora antes dos eventos e reabrir uma hora depois. As feiras-livre voltarão ao normal que era antes da pandemia. Mesmo assim terão que manter as medidas de prevenção, com ouso de máscaras e álcool em gel par os clientes. O setor de vestuário ficará proibido de usar os provadores. Os clubes sociais serão reabertos, mas com medidas de restrição para evitar aglomeração.
Ainda está no pacote reabertura do Zoológico Municipal e do Parque Natural Municipal. Apesar disso, com restrição de no máximo 40 visitantes pela manhã e a tarde. Para o prefeito, as novas medidas estão sendo liberadas “mediante as medidas de controle” feitas no período crítico da pandemia.

Escolas e Salões de Festa

Na próxima quarta-feira (23) está marcada uma reunião para tratar da situação dos salões de festas e escolas particulares que permanecem sem autorização para abrir. Os dois segmentos têm que apresentar um protocolo ao MPRJ para possível aprovação.
Para os pais, educadores e escolas particulares, Samuca reafirmou que aulas presenciais não voltam este ano. A data, segundo ele, será fevereiro de 2021. Mesmo assim com um cronograma de prevenção.
O Hospital de Campanha, de acordo com o prefeito, está sendo desmontado. A desativação completa do hospital montado no estádio Raulino de Oliveira ainda depende de um acordo entre as partes para definir a ocupação dos leitos de enfermaria na rede pública. Há alguns dias o hospital está sem pacientes internados.
Sobre as cestas básicas para as famílias dos alunos da rede pública de ensino do município, Samuca esclareceu que foi realizada na quarta-feira (16) a licitação para a compra. Isso aconteceu porque, segundo ele, não houve acordo sobre preços com a empresa responsável pela merenda na rede municipal. Ele fez questão de deixar claro que o valor empenhado será o mesmo destinado à merenda dos alunos.

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