Ministro deixa o cargo da Educação depois de pressão política
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
NACIONAL

Atualizado às 17h55min.
Abraham Weintraub anunciou na quinta-feira (18) que está de saída do Ministério da Educação. O anúncio, que já era esperado há alguns dias, foi feito em um vídeo publicado em redes sociais, do agora ex-ministro.
Auxiliares presidenciais já vinham defendendo a saída dele desde a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, em que Weintraub defendeu a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e os chamou de “vagabundos”.
A situação ficou insustentável no último domingo (14), quando Weintraub se encontrou com manifestantes favoráveis ao governo na Esplanada dos Ministérios. No entanto, o local estava fechado por determinação do governo do Distrito Federal. Na ocasião, sem máscara, afirmou que já havia dito anteriormente “o que faria com esses vagabundos”, ao responder a um ativista que reclamou que pagava impostos para os “corruptos roubarem”.
No dia seguinte, após se reunir com Weintraub, Bolsonaro afirmou que não ele não foi “prudente”. Ele se referia a ida do ministro ao protesto e disse que estava tentando “solucionar” o caso.
Weintraub assumiu o cargo em abril de 2019, depois da demissão de Ricardo Vélez Rodriguez. Antes de ser nomeado ministro, ele ocupava o posto de secretário-executivo da Casa Civil, ministério que à época era comandado por Onyx Lorenzoni.
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