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VOLTA REDONDA
A Câmara de Vereadores de Volta Redonda, fez a sessão ordinária programada para esta segunda-feira (16) e escolheu os membros da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as acusações de corrupção contra o vereador Paulinho do Raio-X (MDB). O presidente da Casa, Nilton Alves de Faria, o Neném (PSB), foi quem escolheu e indicou os membros, como previsto na Lei Orgânica.
O presidente da CPI será o vereador que entrou com o requerimento, Rodrigo Furtado (PTC). O relator será Sidney Dinho (Patriota) e o membro Fernando Martins (MDB). O suplente, caso algum dos membros fique impossibilitado de prosseguir no processo, ficou o vereador Fábio da Silva de Carvalho, o Fábio Buchecha (PTB).
Para o presidente Neném se disse muito tranquilo com a abertura da CPI. Ele é um dos citados pelo prefeito como envolvido no caso. “Eu estou muito tranquilo e a investigação vai transcorrer normalmente e espero dos escolhidos que vão a fundo. Eu preciso, o Carlinhos precisa, os vereadores a população e todos precisam desse caso esclarecido”, frisou o parlamentar e revelou que é adversário do prefeito e “não tem ódio no coração”.
O vereador Rodrigo Furtado falou que vai reunir os membros para começar o quanto antes os trabalhos. “A lei prevê o prazo de um prazo de 60 dias. Vamos ouvir os envolvidos com imparcialidade e buscar uma resposta que todos esperam dessa casa. A função é apurar os fatos. É a primeira vez que uma CPI é instaurada nessa Casa para investigar um caso como esse. O objetivo é apurar os fatos e a cassação, caso ocorra, é um outro procedimento”, comentou o Rodrigo.
Para Dinho, que vai desempenhar talvez o mais importante papel da comissão, o de relator, que ficará a cargo de emitir um relatório final sobre tudo que for apurado, também buscou demonstrar que o trabalho será feito da melhor forma. “Vamos ficar a cargo do relatório final que será votado nessa Casa. Depois de colher todas as provas, detalhes e fatos sobre o aconteceu vamos emitir nosso relatório final o mais imparcial possível. Podem esperar imparcialidade, legalidade e transparência”, afirmou o vereador que é policial militar da reserva e formado em Direito.

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