Prefeitura de Volta Redonda
<
VOLTA REDONDA

Atualizado às 13h09min.
Depois do decreto de prorrogação das medidas restritivas contra a Covid-19 em Volta Redonda, o juiz da 6ª Vara Civil, André Aiex Baptista Martins, determinou que a prefeitura reedite as medidas e restrinja atividades econômicas não essenciais. A decisão foi na noite de segunda-feira (5).
Seguindo o exemplo de Barra Mansa, o juiz teve a decisão dentro a ação ajuizada pelo MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), baseado no acordo firmado dentro do índice de ocupação dos leitos de UTI e enfermaria disponíveis na cidade para manter ou não o comércio todo aberto.
“Diante do atual cenário de agravamento da pandemia de covid-19 na cidade de Volta Redonda, acarretando a ocupação de leitos de UTI destinados a esta enfermidade, em patamar que ultrapassa 50% (fls.1721), estabelecido no acordo homologado às fls.75, acolho as razões expostas pelo Ministério Público (fls. 1714/1720) para determinar a intimação do Município de Volta Redonda por OJA de plantão, a fim de que, no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas, edite novo decreto restringindo as atividades, mantendo apenas o funcionamento das atividades consideradas essenciais”, colocou na decisão o magistrado.
Até o início da tarde, a prefeitura informou que não havia sido notificada. Barra Mansa, que está na mesma situação, foi notificada na noite de segunda (5) e o prefeito Rodrigo Drable (DEM) disse que terá uma reunião com a juíza, Defensoria Pública e Ministério Público, com a intenção de modificar o acordo e tentar permitir que as atividades não essenciais sigam abertas.

Comentários via Redes Sociais ou no portal:
(O Sul Fluminense Online não se responsabiliza por comentários na matéria).