Governador do Rio formaliza a ‘Lei do Aço’ de instalação do Polo Metalmecânico
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Foto: Reprodução.
RIO DE JANEIRO

Atualizado às 19h12min.
Uma data importante para o desenvolvimento do interior do estado e da maior cidade do Sul Fluminense, com a formalização da ‘Lei do Aço’. A medida foi assinada pelo governador em exercício, Cláudio Castro na quinta-feira (26), no salão nobre do Palácio Guanabara, no Rio.
A cerimônia, que dispensou o decreto para evitar aglomeração, aconteceu com a presença do presidente da CSN, Benjamin Steinbruch; do prefeito de Volta Redonda, Samuca Silva (PSC) e do deputado estadual, Marcelo Cabelereiro, que esteve internado por Covid-19. A lei concede incentivos fiscais às empresas do setor metalmecânico que se instalarem no estado.
– Esse é um legado para o desenvolvimento econômico de todo o estado do Rio. Esse projeto foi iniciado em Volta Redonda com nosso mandato e a melhora do diálogo com a CSN. Fico feliz de ajudar, desde 2017, a fomentar este anseio de nossa região discursou orgulhoso Samuca. Ele reafirmou que sete empresas já estão com protocolo de intenção assinado para se instalarem na cidade. Com a instalação espera-se gerar 3,5 mil empregos diretos na cidade no próximo ano.
Um dos autores da lei, junto com o colega de Alerj, Gustavo Tutuca, Marcelo Cabeleireiro destacou a regulamentação como uma conquista. “A redução da carga tributária contribui para o desenvolvimento do Médio Paraíba e de todo Rio de Janeiro”, afirmou.
O governador Cláudio Castro, pontou que o Polo Metalmecânico vai gerar competitividade ao Rio de Janeiro. “Com esses incentivos, vamos atrair empresas e gerar emprego. Eu digo sempre que precisamos melhorar o ambiente para os empreendedores”, ressaltou. Em seguida, ele defendeu que o estado precisa ser competitivo em atrair novos empreendimentos. “O que estamos buscando para o Rio hoje é a competitividade, que fomos perdendo ao longo do tempo. Não me canso de repetir que o Rio de Janeiro foi extremamente prejudicado pelo pacto federativo. Dados de 2017 mostram que a cada R$ 4 arrecadados no estado, R$ 3 vão para a União. De R$ 180 bilhões de impostos federais, somente R$ 20 bilhões retornam. O nosso estado tem sido massacrado por esse pacto, mas não podemos só ficar reclamando”, ponderou o governador.

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