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Atualizado às 23h26min.

VOLTA REDONDA
O corpo do suposto motorista de aplicativo, Shirlon Teixeira Fortini, de 30 anos, não apresentava sinais de externos de violência. O corpo foi levado para o IML, onde foram feitos exames mais detalhados no cadáver, que estava em avançado estado de decomposição.
Uma informação divulgada em alguns veículos é de que ele estava no banco de trás do veículo. A polícia não deu esse detalhe sobre como o corpo foi encontrado. O enterro de Shirlon será na quinta-feira (04), ainda sem horário definido e, provavelmente, com caixão lacrado e sem velório, por conta do estado do tempo que passou da morte, estimada em três dias.
Dado como desaparecido desde sábado (30). O corpo só foi descoberto dentro do próprio carro porque uma moradora da Rua 11 notou o cheiro forte vindo do veículo que estava parado na rua desde domingo (31). Amostras de sangue e tecidos foram colhidas para exames complementares que elucidem a causa da morte.
Somente os exames do IML poderão apontar a causa da morte. Há possibilidade, que não foi descartada pela polícia, dele ter morrido asfixiado sem oxigênio dentro do carro. O pai informou que ele usava medicamentos controlados e estaria enfrentando uma depressão.
Há ainda a hipótese de que ele teria desmaiado por conta de uma possível mistura de medicamentos e álcool e morreu sem ar. Apontado como motorista de aplicativo, Shirlon não estava cadastrado como colaborador do Uber. O aplicativo 99 informou à imprensa que ele não estava mais habilitado como motorista desde outubro de 2018, depois que foi suspenso.
O corpo deve ser sepultado como caixão lacrado e sem velório. Isso por conta do avançado estado de decomposição. O enterro será na quinta-feira (04), ainda sem horário definido, no Cemitério Portal da Saudade.