Atualizado às 20h23min.


PIRAÍ

Servidores da educação se reuniram na manhã dessa quinta-feira (14) para um protesto em frente a prefeitura de Piraí-RJ. Cerca de 200 profissionais, entre professores, merendeiras e auxiliares de serviço gerais das escolas do município. Teve escola que não funcionou nesta quinta.

A classe se reuniu e pode haver greve em agosto, após as férias escolares. A assembleia foi às 12h, depois do ato na praça. O prefeito ofereceu um aumento de 3,2% nos salários. Porém, muitos servidores ganham abaixo do salário mínimo. Merendeiras, pessoal de apoio e de serviços gerais recebem o valor bruto de R$ 925 de rendimentos mensais. Com os descontos o valor fica abaixo dos R$ 750. Muito abaixo dos R$ 954 que é o salário mínimo vigente.

Os servidores fizeram um ato de repúdio ao reajuste oferecido pelo prefeito. Eles pedem reposição salarial, alegando defasagem de 28%, a atualização do Plano de Cargos Carreiras e Salários (PCCS) e melhores condições de trabalho. O manifesto teve a participação do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro) que marcou para após o recesso, 30 de julho, caso a prefeitura não abra um canal de negociação, haverá greve geral.

Nem o prefeito ou secretários de Educação ou Fazenda estiveram na manifestação. Enviamos, por e-mail, um pedido de resposta com perguntas sobre o que a prefeitura pretende propor para evitar uma paralisação. Fizemos contato telefônico com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Piraí, que não retornou e sequer respondeu. Caso venha dizer algo atualizaremos esta matéria.

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