Atualizado às 14h34min.


VOLTA REDONDA

Volta Redonda terá uma força-tarefa, formada por órgãos de segurança e prefeitura, para atuar coibindo blocos sem autorização – como os isoporzinhos – e que blocos só saiam com autorização. O grupo de trabalho foi criado nesta quinta-feira (11), em encontro com a Polícia Militar, Guarda Municipal, Conselho Tutelar, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e Coordenadoria Municipal de Prevenção às Drogas, com o prefeito Samuca Silva (PODEMOS), na sede do Executivo, o Palácio 17 de Julho, no Aterrado.

A força-tarefa começará a atuar já neste final de semana, a partir dessa sexta-feira (12), às 17 horas. De acordo com o prefeito, o intuito é prevenir os problemas do último carnaval. “Estamos unindo forças para atuar preventivamente. Com essa atuação, queremos evitar essas aglomerações, que normalmente contam com som alto, venda de bebidas para adolescentes e outros problemas”, destacou o prefeito.

Samuca lembrou que, no ano passado, uma força-tarefa também foi criada para evitar os ‘isoporzinhos’ e o resultado foi positivo. “No ano passado, com esse serviço de inteligência, montamos operações que deram resultado positivo. E isso que queremos repetir em 2018”, frisou o prefeito.

O grupo irá se reunir, semanalmente, para planejar as ações que acontecerão sempre nos finais de semana. O Conselho Tutelar, por exemplo, irá fazer campanhas lembrando que vender bebidas alcoólicas para crianças e adolescentes é crime. Já a Coordenadoria Municipal de Prevenção às Drogas, irá realizar campanhas de conscientização contra o uso de entorpecentes.

(DIVULGAÇÃO)

Durante a reunião que aconteceu no Palácio 17 de Julho, o serviço de inteligência da Guarda Municipal identificou alguns blocos marcados que não têm autorização da prefeitura, como nos bairros São Luiz, Santa Cruz e Aterrado. Os eventos são divulgados principalmente pelas redes sociais. “Vamos continuar o monitoramento as redes sociais, identificando o organizador que terá que responder legalmente sobre o evento não autorizado. Nos reuniremos na Ilha São João e, a partir de um diagnóstico prévio, vamos nos dividir, indo cada equipe para um bairro. Toda nossa estrutura estará a disposição, como reboque de carros e motos, para atuar coibindo esses eventos”, destacou o comandante da Guarda Municipal, Paulo Dalboni.

O capitão da Polícia Militar, Robson Guerreiro, do 28º Batalhão, elogiou a criação do grupo. “Temos que atuar de forma preventiva e, em locais onde já estejam acontecendo esses blocos, temos que partir para a repressão. Não podemos permitir excessos. Sabemos que o som alto, por exemplo, é um dos fatores que mais incomodam os moradores. Estamos juntos nessa batalha”, garantiu o PM.

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